O vereador Eron Moreira (PV), autor do requerimento, disse que "mais uma vez o povo cearense, principalmente o fortalezense, é enxovalhado pela internet. O burburinho foi e continua grande, viu-se de tudo. Que se faça pré-teste, mas o mais sensato era que essas questões sequer constassem em banco de dados. Ou é incompetência ou falta de compromisso do Ministério da Educação".
Parlamentares de outros partidos também se solidarizaram com o debate e subscreveram o documento. Eron ainda finalizou seu discurso dizendo que "o desrespeito não foi só com o Christus, seus alunos e familiares, mas com os nordestinos colocando na mídia que os nordestinos se aproveitam".
Marcelo Mendes (PTC) defendeu o colégio Chritus e atacou o ministro Fernando Haddad afirmando que "o erro não foi do colégio que se utilizou de questões que eram públicas. Sacrifica o colégio para justificar mais um erro do Enem, se o ministro Fernando Haddad quer encontrar um boi de piranha, procure em sua própria equipe ou na organizadora".
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Ceará já havia se manifestado com relação aos ataques aos nordestinos nas redes sociais. O presidente da comissão de educação Edimir Martins garantiu que a ordem vai investigar e entrar com uma representação criminal na justiça contra os usuários.
Em outubro do ano passado, a estudante Mayara Petruso, de São Paulo, fez comentários ofensivos através do Twitter aos nordestinos logo após a vitória de Dilma Roussef como presidente. Em maio deste ano dois casos marcaram o preconceito. A internauta Amanda Regis publicou em sua página do microblog que "esses nordestinos pardos, bugres, índios acham que tem moral, cambada de feios. Não é atoa que não gosto desse tipo de raça". O último registro antes da polêmica do Enem foi o da usuária Carolina Beloni que comentava o desempenho do atacante Magno Alves, então jogador do Atlético-MG, dizendo que "Magno Alves é a prova viva de que nordestino serve pra p**** nenhuma além de ser porteiro".
Parlamentares de outros partidos também se solidarizaram com o debate e subscreveram o documento. Eron ainda finalizou seu discurso dizendo que "o desrespeito não foi só com o Christus, seus alunos e familiares, mas com os nordestinos colocando na mídia que os nordestinos se aproveitam".
Marcelo Mendes (PTC) defendeu o colégio Chritus e atacou o ministro Fernando Haddad afirmando que "o erro não foi do colégio que se utilizou de questões que eram públicas. Sacrifica o colégio para justificar mais um erro do Enem, se o ministro Fernando Haddad quer encontrar um boi de piranha, procure em sua própria equipe ou na organizadora".
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Ceará já havia se manifestado com relação aos ataques aos nordestinos nas redes sociais. O presidente da comissão de educação Edimir Martins garantiu que a ordem vai investigar e entrar com uma representação criminal na justiça contra os usuários.
Em outubro do ano passado, a estudante Mayara Petruso, de São Paulo, fez comentários ofensivos através do Twitter aos nordestinos logo após a vitória de Dilma Roussef como presidente. Em maio deste ano dois casos marcaram o preconceito. A internauta Amanda Regis publicou em sua página do microblog que "esses nordestinos pardos, bugres, índios acham que tem moral, cambada de feios. Não é atoa que não gosto desse tipo de raça". O último registro antes da polêmica do Enem foi o da usuária Carolina Beloni que comentava o desempenho do atacante Magno Alves, então jogador do Atlético-MG, dizendo que "Magno Alves é a prova viva de que nordestino serve pra p**** nenhuma além de ser porteiro".
- Especial para Terra
